sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Inconformidade

É uma inquietação é um desassossego
Alma que esperneia e corpo que nem se mexe
Olho que chora e olhar que entristece
De esperança o coração ermo

Pois de fé o que entendo agora
Se a que tinha me foi tirada?
E como acreditar embora
Se a confiança não me voltou nada?

E dizes tu que nada me exige
Mas ainda assim me dediquei
Nas decepções que tive
Em outras vezes confiei

E o que sinto parece ódio
Quando diz amar e não luta
Se demasiado é seu esforço próprio
Por que em ti o que me aflige não muda?
Jucely Regis

2 comentários:

Gracita disse...

Boa noite minha querida
Difícil consolar um coação aflito e magoado. Belo e triste poema!
Beijos com meu amor e carinho
Madrinha Gracita

emanuel moura disse...

Para que tantas magoas se a vida e tao bela querida afilhada ,hoje estou feliz so porque você esta aqui ,muitos beijinhos no <3